domingo, 23 de agosto de 2009

fome,


Fiquei novamente acometido por uma terrivel gripe, só eu, meu travesseiro e minhas suplicas sabem explicar o qto é e foi mto desagradavel e construtivo uma pessoa em minha condição ficar doente. Primeiramente por morar sozinho, segundo por ser dono de empresa, terceiro por não ter uma namorada e quarto por ser um cara por assim dizer super-hiper ativo. Já disse anteriomente que quando fico doente penso mais que o normal e isso me faz pensar mais e mais ainda. Na real a gente pode ficar sem muita coisa e viver sem muita coisa, mas basta perder a saúde que sim ai voce esta fodido e se for permantente ai voce tá muito fodido mesmo.

Pensei nos momentos em que fui um babaca querendo ser legal, me peguei naqueles momentos em que me vi fazendo merda, seguidos daquele mesmo pensamento: " Sou um cara legal, pq estou fazendo isso!" ai nesse momento esse sentimento de culpa me tornava um babaca maior ainda... De babaquice em babaquice me vi perdendo fome, lenta e gradualmente, fome de um monte de coisa que é bom, gostoso e que alimenta a alma, acho que fome até tinha sim viu, mas de fast food, confesso não foi a vaidade e sim o desperdicio o maior pecado, de quando transbordava saúde, perdendo pedaços de comida deliberadamente como no conto de joão e maria qdo estes marcavam com comida o caminho por onde andavam para não se perderem na volta.

O corvo este merece perdão pois ele tbém era uma criatura que sentia fome, mas oque é imperdoavel não é caminhar a deriva e não saber para onde se ir e mesmo em se pensar na volta mesmo antes do primeiro passo, imperdoavél é só pensar que no caminho poderemos sentir fome e só ficar preocupado com o estomago, me senti pequeno quando olhei e vi que outros estão preocupados em seguir o caminho, mesmo que pareçam baratas tontas e seguir o caminho do coração.
Quando novamente fiquei doente tudo ficou claro eu tenho fome de caminhar, apenas caminhar um passo após o outro, foi nesse momento que comecei a correr.

Keep Walking ________________________By Haru_firewalker

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

A melhor fábula dos últimos tempos,


Pedro era um alto funcionário da corte do Rei Artur. Há muito ele tinha um desejo incontrolável de acariciar os voluptuosos seios da rainha até se fartar. Todas as vezes que tentou, porém, deu-se mal. Um dia,ele revelou seu desejo a Roberto, principal conselheiro do rei, e pediu que ele fizesse algo para ajudá-lo. Roberto, depois de muito pensar, concordou, sob a condição de Pedro lhe pagar mil moedas de ouro. Pedro aceitou o acordo.

No dia seguinte, Roberto preparou um líquido que causava comichões e derramou no sutiã da rainha, que o deixara fora enquanto tomava banho. Logo a coceira começou e aumentou de intensidade, deixando o rei preocupado. Estavam sendo feitas consultas a médicos, quando Roberto disse que apenas uma saliva especial, se aplicada por quatro horas, curaria o mal.

Roberto também disse que essa saliva só poderia ser encontrada na boca de Pedro.
O Rei Artur chamou Pedro que, pelas quatro horas seguintes, fartou-se em chupar a vontade os suculentos e deliciosos seios da rainha. Lambendo,mordendo, apertando, acariciando e passando a mão ele fez o que sempre desejou. Satisfeito, ele se encontrou com Roberto. Com seu desejo plenamente realizado e sua luxúria satisfeita, Pedro se recusou a pagar ao conselheiro e, ainda por cima, o escorraçou.

Pedro sabia que, naturalmente, Roberto nunca poderia contar o fato ao rei. Mas Pedro havia subestimado Roberto. No dia seguinte, por vingança, Roberto colocou o mesmo líquido na cueca do Rei que,imediatamente, mandou chamar Pedro...

Moral da história:
Nunca deixe de honrar seus compromissos...

PS: Li e não pude deixar de compartilhar esta linda fábula

terça-feira, 18 de agosto de 2009

é tempo de mente sem fronteiras...


" O pensamento positivo pode vir naturalmente para alguns, mas também pode ser aprendido e cultivado, mude seus pensamentos e você mudará seu mundo."

Norman Vincent Peale

Posta lá no seu blogg depois


PS: Contribuição via orkut do meu amigo Alan
Vulgo: Bola de Pelo

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Saudades do Papai,


O tempo é implacavel e antes do sono dos justos a cada dia haverá o sono do guerreiro.
Entre um evento e outro uma história sendo escrita, chuvas, verões e sensações. Viver ali, morrer aqui, tanto faz. Quero contar e a história se faz presente, e apenas por isso já não sou o mesmo, quando abri a boca tudo mudou, sabia quem gostaria de ser um dia, e estava bem claro quem não gostaria de parecer. Hoje aos vinte e poucos anos, acho graça e graças a Deus me tornei parecido com quem gostaria de abraçar.
Meu papai que saudades sinto de voce, que falta por essa distancia voce me faz, até de tuas broncas sinto saudades, e quando o silencio falava só teu jeito de olhar me fazia o bom caminho trilhar e logo sabia quando devia me calar. Hoje como pai sei que nunca foi perfeito, mas perfeito foi o jeito de me criar, pois vale a máxima, faça oque digo para não ter de fazer oque fiz.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Sedex


Palavras, palavras e mais palavras.

Tenho muito respeito e admiração pelos correios, pois sendo ela é uma empresa de palavras e de pessoas ela une o essencial e o importante e ao mesmo tempo separa o fútil do inútil.

Na verdade não escrevo para falar do que une e separa, mas deixo claro que ainda que tenha recebido como elogio de começo, para satisfação do meu ego, recebi uma critica dessas boas que merecemos quando fazemos o pior pensando no melhor.

" Nossa haru li seu blog adorei mesmo,voce escreve bem. Junta as palavras certinho. mas falta algo nelas... Sentimento!"

Uau pensei, e pensei mais um pouco... Pensei, mas quem pensa não sente e quem não sente não faz, pois não faz sentido pensar se não for para fazer, nem faz sentido fazer sem sentir, ta sentindo... to enrrolando não to? então que horas são mesmo? está quente esses dias né? rs

Oras se tento e acabo por escrever de forma razoavel é para disfarçar, pois assim como quem fala olhando nos olhos, quem escreve de verdade tem por escolha abrir sua alma para quem quiser ver e enchegar se oque há por ali é uma estrada bela ou no mínimo transitavel. Não sou escritor tão pouco oftalmologista.

Prefiro anúncio de celular, bulas de rémedio, análisar a composição da bolacha trakinas e ver o nome do quimico responsavel do shampoo que uso a me deixar abraçar pelas palavras, sem sentir o outro em pelo menos um olhar pois esse sim deve falar e calar qualquer palavra e fazer desse encontro a lembrança da alegria do instante mágico daquele primeiro olhar.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Eu não lembro


Quando te olhei não pude acreditar...
Vontade de pintar, cantar e gritar.

Acabou.

Quando soltou da minha mão, não pude mais ver...
Cruzando a via dutra, pedindo conselho, chingando feio.

Assim começou coisas que não sei porque...
medo espirro, medo de espaço, medo do abraço.

Fiz do meu jeito, comi até não poder...
Liguei, xinguei, negociei, cansei.

Uma fotografia antiga, não pude mais olhar...
Lamina na retina, tormento no pensamento.

Já superei a solidão, deixei o cigarro de lado...
Comprei um peixe, aulas de dança e frances eu fiz.
Roupas lavei e passei, tirei o lixo e nunca mais gorfei.

Estou livre!
- Corre, pega na minha mão! Vem comigo, que depois te explico.

Mas de novo algo aconteceu e não me lembro oque passou.